Zika o mosquito do fim do mundo

Tudo o que você gostaria de saber sobre o zika:

Um inseto uniu-se a um macaco febril para lançar o pânico mundial. Demoraram 70 anos(1946-2016) a atingir o objectivo, mas conseguiram. A praga zika veio para ficar. Em 1946, investigadores americanos partiram para o Uganda à procura de informações sobre a febre amarela. Descobriram o zika. O biólogo da Universidade do Colorado, Brian Foy, chegou ao Senegal em 2008, no âmbito de uma investigação sobre insetos transmissores de doenças infecciosas . Acabou por ser picado por um deles, um mosquito chamado Aedes aegypti, vetor responsável pela transmissão de duas dezenas de doenças. french bulldog iphone 6 case Dias depois de voltar a casa, nos Estados Unidos, apresentou sintomas de febre e dores no corpo. Entretanto, quando o calor lhe subiu, já o corpo tinha caído nos braços da mulher, que, sem nunca ter saído dali, apresentou também sintomas da infecção, o biólogo pediu ajuda aos colegas do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC), O poderoso organismo norte-americano que trata de doenças infecciosas, para tentar identificar a patologia. Não ficou convencido com o diagnóstico de dengue, patologia tropical há muito conhecida dos especialistas. Um ano depois, Kelvin Kobylinski, um dos adjuntos de Foy, que com ele se deslocara a África e também ficara doente, jantava com o entomologista Andrew Haddow, pesquisador do Departamento de Virologia do Ministério da Defesa, a quem contou o episódio. Uma conversa de amigos, ambos apaixonados por artrópodes. O mundo, contudo, é sempre mais pequeno do que de forma vã o sonhamos. iphone 7 plus case chelsea Andrew era neto de Alexander Haddow, um dos três cientistas que isolaram pela primeira vez o vírus zika, em 1947, no Uganda. Homem, mosquito, doença e avanço científico voltam a cruzar-se. E, quando Andrew percebeu que ainda haviam amostras de sangue preservadas dos dois investigadores infectados e da mulher de Foy, sugeriu que estas fossem enviadas a um colega Robert Tesh, que, finalmente, identificou a presença do vírus zika em Foy e também na mulher. Não era dengue, agora tínhamos a certeza. Era zika, a doença que tinha sido isolada pelo avô de Andrew. Em 2012, o mesmo Andrew Haddow, numa conferência para especialistas em virologia, avisaria que o zika estava prestes a espalhar-se. Não era uma premonição exotérica, como o tempo o provou. E em 2013, durante o surto na Polinésia Francesa, o vírus seria detetado no sémen de um homem de 44 anos. A porta da transmissão múltipla estava aberta. Mais uma vez, o apelido Haddow via-se associado a uma encruzilhada científica. A Organização Mundial de Saúde (OMS) esta semana considerou o zika uma ameaça global à saúde, mas está longe de assumir a hipótese da transmissão da infecção pelo vírus zika diretamente entre humanos, mas desde 2009, que os sinais neste sentido estão no ar. phone cases iphone 6 bunny Homem, animal,sangue,sémen. O fim do mundo e o pânico global. Parece um trecho da Bíblia, mas faz parte da história da mais recente ameaça ao modo de vida hedonista das sociedades ocidentais. ugg pas cher O nome é exótico e curto, fácil de recordar: vírus zika. Tal como a humanidade veio da África profunda. Baskets Puma E como as histórias fundadoras, a resposta está nas famílias.

Bastava um estalo…A história do zika começa como as outras: era uma vez um mosquito pequenino, originário de uma floresta pequena, longe de tudo e onde poucos se aventuravam a entrar. Bastaria um estalo para acabar com esta novela, mas parece não haver mãos suficientes para matar o Aedes aegypti. Esta semana, a OMS reuniu de emergência os seus sábios à procura de uma resposta para o medo global, tentando aliviar o mundo de mais uma praga que, como a própria instituição sublinhou, está a espalhar-se de forma explosiva. Tão assustadora que vários países já abriram mão da renovação demográfica, pedindo às mulheres que não engravidem até a crise passar. A tal floresta pequena chama-se Zika, fica no Uganda, o ambiente é denso e cola-se à pele.. No ar, apenas o ruído dos pássaros e o bulício dos macacos. No chão os pés dos visitantes pisam tapetes sobre tapetes de folhas sobrepostas. Com a irrelevante dimensão de 25 hectares, perdidos num país três vezes maior do que Portugal, e a oito mil quilómetros de Lisboa, a mata africana é a casa de 40 tipos de mosquitos. Entre eles, anónimo, a voar baixo, o Aedes passeia-se. Até há algumas semanas, aquele era apenas um reservatório pouco conhecido de aves e insetos, visitado por investigadores e cientistas. Jimmy Carter passou por ali, de binóculos apontados para os pássaros, quando ainda ninguém dava muita importância ao Aedes ou ao zika, cuja palavra no dialeto local significa arbusto. Tudo começou a mudar , contudo, quando, em 1946, investigadores norte-americanos, pagos pela Fundação Rockfeller, chegaram àquele pequeno cinturão verde no coração da África, à procura de informações sobre a febre amarela. Um ano mais tarde, o vírus seria isolado pela primeira vez, por Alexander Haddow e dois colegas a partir de um macaco Rhesus febril. moncler soldes O macaco 766. Depois, o soro retirado do primata seria introduzido no cérebro de ratos, que também ficaram doentes. Assim, o zika foi descoberto e recebeu o nome da terra de origem. Do outro lado do planeta, no Brasil, também em 1947, uma guerra sem quartel invadia as ruas do Rio de Janeiro. Uma perseguição ao mesmo mosquito, mas longe de sonharem com o zika, a preocupação das autoridades na altura era, através do extermínio do Aedes, acabar com a febre amarela. Neste combate, a principal arma utilizada foi o DDT (diclorodifeniltricloretano), inseticida aplicado por bombas manuais de flit(em residências) e por uma bomba fumigadora,adaptada em camionetes, \que ficaria conhecida como o “fumacê”. A cidade cheirava a veneno. Em 1950, a campanha estava no auge, com mais de 3500 funcionários públicos envolvidos. O mosquito foi considerado erradicado em 1955 e, aos poucos, a mobilização de esforços e verbas esvaiu-se até desaparecer na década de 60. Em 1976 o Aedes voltaria, provavelmente importado da Venezuela e do Caribe. E, em 1981, a febre dengue é identificada em solo brasileiro. Mas, para compreender o zika, é preciso voltar a África. Em 1960, uma torre metálica com 36 metros de altura foi construída para permitir o estudo da distribuição vertical dos mosquitos na floresta e, quatro anos depois, o mesmo Alexander Haddow e sua equipe isolaram o vírus zika em vários exemplares do Aedes colhidos na armadilha. Seguiram-se quatro décadas de esquecimento e silêncio, até que em 2009, a necessidade de mais informação fez com que se voltasse a ouvir o ruído de passos no tapete de folhas da floresta ugandesa. Durante a fase de indiferença, o verde foi cercado por casas, campos cultivados e o ecossistema local sofreu profundas alterações, fruto da atividade humana. O mosquito adaptou-se, reforçou competências e capacidade de resistência. Aproximou-se do homem e gostou de estar dentro das suas casas, nos pneus de seus veículos, em quaisquer reservatórios de águas limpas, onde as fêmeas pudessem depositar os ovos e garantir a descendência da espécie. iphone 7 full phone cases A descrição de Vítor Laerte , médico e investigador convidado do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, é estimulante: “O Aedes aegypti é altamente sinantrópico (animal que, não sendo doméstico, convive ou tem grande proximidade com o ser humano), tira partido dos ambientes peridomésticos e, inclusive , pode fazer as suas refeições sanguíneas no interior das habitações humanas.”

A FASE DE EXPANSÃO – Nada tímido, o Aedes aegypti exibe-se durante o dia, voa baixo e gosta de picar as pernas dos seus alvos. Não tem receio do sol e até gosta do calor, que o torna mais excitado, capaz de voar mais rápido e provocar mais estragos, quando as fêmeas, sedentas de sangue para fazer crescer a descendência, não poupam ninguém. As raízes do vírus zika remontarão, contudo, à viragem do século XIX para o século XX. Do Uganda terá partido, à boleia (carona) do Aedes, para o Senegal, Costa do Marfim, República Centro-Africana e Nigéria. Na década de 60 alcançou o Burkina Faso, espalhando-se a seguir para a Malásia e a Micronésia, dando então origem a uma nova e mais agressiva estirpe a asiática. Uma mutação da estrutura genética do vírus é algo que leva décadas a acontecer e é ela mesma uma questão de sobrevivência. Apoiado num mosquito mais adaptado ao ambiente humano, o vírus surgiu fortalecido na sua “capacidade de virania”, ou seja, de multiplicar a transmissão a mais vítimas. No ser humano, o vírus foi isolado pela primeira vez em 1952, na Nigéria, num virologista ugandês, que apresentou sintomas febris, dores nas costas, de cabeça e pruridos na pele. Em três dias estava melhor. Até 1981, a evidência da infecção humana foi sendo relatada em outros países africanos, como a Tanzânia, o Egito, Serra Leoa e Gabão. Depois foram os sinais de que a doença atingira a Ásia: índia, Malásia, Filipinas, Tailândia, Vietname e Indonésia. A primeira evidência confirmada da circulação do vírus zika fora do continente africano deu-se entre 1977 e 1978, quando pessoas com uma doença febril aguda foram internadas num hospital da Indonésia, tendo sido encontrados anticorpos contra o zika no soro de 30 desses doentes. Em 2007, surge o primeiro surto de maiores dimensões, na ilha Yap, na Micronésia, Oceano Pacífico. chaussures puma 2018 pas cher Tudo muito longe, tudo muito exótico. PUMA en soldes Tudo muito pouco importante para o abastado mundo ocidental. Parecia resumir-se a manchas vermelhas na pele, conjuntivite e dores nas articulações. Parecia dengue. Mas não era. E, quando investigado o material genético do vírus nas amostras de soro dos doentes, lá estava a assinatura: zika. Mas, mais uma vez , tudo ficaria por ali: 49 casos confirmados, 59 suspeitas, sem óbitos ou internamentos. O inimigo voltaria a atacar, cada vez com mais agressividade. Sete anos mais tarde, há surtos em 15 ilhas na Polonésia, incluindo cenários idílicos como Tahiti, Bora Bora e Nova Caledônia, com 658 casos confirmados, 626 dos quais transmitidos dentro do próprio território. Ou seja, o mosquito chegara para ficar. Na Polinésia Francesa, a situação foi ainda mais grave, com 8273 suspeitas de infecção e um aumento significativo de síndromes neurológicas e doenças auto-imunes, como a síndrome de Guilain Barré, que ataca adultos, incapacitando-os. O alarme estende-se às Ilhas Cook e de Páscoa, onde os misteriosos gigantes de pedra observam o esvoaçar dos novos vizinhos, incólumes, protegidos pela imemorial ausência de sangue. Há dois anos, o vírus zika migrou para o Brasil, com passaporte para participar ou assistir às competições desportivas internacionais, como o Mundial de Futebol ou uma competição de remo. Chegara ao caldeirão. Há muito que o Aedes, seu parceiro ideal, já lá se encontrava e, como no Brasil “em se plantando tudo dá ” deu zika. A porta de entrada foi o estado de Pernambuco, afinal, existe um drama histórico e social na geografia do nordeste brasileiro, marcada pela pobreza das populações. A capital, Recife, que abusivamente chegou a ser considerada a Veneza brasileira, tinha água e calor com fartura, sinónimos de terra fértil para o Aedes e o seu novo hóspede no Brasil, o vírus zika, se desenvolverem. “No Brasil, tudo assume proporções impressionantes, porque a dimensão humana e geográfica é enorme”, explica Carlos Brito, médico e investigador pernambucano, um dos primeiros a estabelecer a ligação entre o zika e a microcefalia, doença que já atingiu mais de quatro mil recém-nascidos naquele país, a maior parte dos casos em Pernambuco.

X-FILES- De história infantil, o enredo aproxima-se então de um filme de suspense, em que o pior só surgirá no fim. Um relatório da Secretaria do Estado de ,Saúde de Minas Gerais, do ano passado, mostra o engano das autoridades. Começa com pezinhos de lã, referindo ” o vírus causador da doença misteriosa já atingiu 3500 pessoas na Bahia”. Auto-classificado como “o primeiro relato de circulação do vírus zika no Brasil”, o documento é sereno, mas instigante: “Até agora, tem sido uma doença relativamente suave, com alcance limitado, mas o seu verdadeiro potencial como um vírus e como um agente da doença é atualmente desconhecido.” O mundo acordaria quando, em Pernambuco, começaram a surgir demasiadas crianças com cabeças muito pequenas. E dali, o pesadelo estendeu-se a todo Brasil. Num país com, no máximo 200 casos de microcefalia por ano, de repente, num único dia, num único hospital, haviam 17 crianças a precisar de internamento. Os alarmes soaram e a correlação com o zika demorou quatro dias a ser feita. No editorial da “Acta Médica Portuguesa”, intitulado”Vírus zika: um novo capítulo na história da medicina”, o médico Carlos Brito explica como foi possível estabelecer a ligação entre a infecção e as malformações neurológicas. Em outubro do ano passado, ele foi chamado por colegas neurologistas para avaliar uma situação claramente atípica:o forte e inesperado crescimento de casos de microcefalia em Pernambuco. Num só mês, houveram 58 registos , originários de diferentes cidades. Depois de vencer a descrença das autoridades de saúde locais, antes do fim do mês, o Ministério da Saúde brasileiro e a OMS tinham sido avisados. A atenção global dirigiu-se para o Brasil pelos piores motivos:o medo do contágio. Pernambuco vive atualmente uma situação de tríplice epidemia:dengue,zika e chikungunya. ” São doenças relacionadas com a pobreza”. Atira Carlos Brito. E não lhe parece abusivo dizer que, dentro dos próximos anos, 20 milhões de brasileiros serão afetados pelo vírus zika. Dilma Rousseff convocou 220 mil homens das Forças Armadas para combaterem o mosquito, autorizando-os a entrar nas casas das pessoas para verificar a existência de focos de reprodução do Aedes. Até agora só falamos no zika, mas com o Aedes vieram também a dengue e o chikungunya. Em 1928, já haviam notícias de dengue na Grécia e,em 1932, Charles Chaplin foi uma das vítimas, em Singapura. Eram sinais. Em 1975, a febre dengue era já uma das principais causas de hospitalizações e morte de crianças nos países asiáticos. A década de 80 ficou marcada pela expansão da dengue hemorrágica, doença mortal, que chegou a atingir a China. Mas onde a gravidade da epidemia encontrou terreno fértil foi nas Américas. Em 1997, 18 países confirmam casos do pior dos quatro tipos de dengue. Atualmente, a expansão da doença é equivalente à da malária, com dezenas de milhões de casos anuais,centenas de milhares capazes de desencadear hemorragias fatais. No ano passado, no Brasil, 800 pessoas terão morrido devido à dengue.Em uma década, a área de transmissão da dengue no território brasileiro mais do que quadruplicou, atingindo um total de 6,9 milhões de quilómetros quadrados. O aquecimento global tem ajudado nesta expansão e, conjugado com o “El Niño”- fenómeno climático cíclico que agravara os efeitos do aquecimento global-, tudo parece propício ao crescimento da população de mosquitos. Se, com 25 graus Celsius (centrígados) de temperatura ambiente, o período que leva entre o mosquito picar uma pessoa com o vírus e pode transmiti-lo a outra é de cerca de 15 dias, com 30 graus, o prazo de incubação desce para seis dias, porque, com o calor, o mosquito torna-se muito mais ativo, aumentando a área de transmissão. Como pode um vírus conhecido há 70 anos ser ainda uma surpresa? “O zika era uma doença vista como a dengue no passado, uma doença que se via com letras pequenas nos livros. Era desconhecida, desencadeou poucas epidemias no mundo”, tenta explicar Marcos Boulo, coordenador do centro de Controlo de Doenças da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Mas o cenário mudou. O Presidente dos Estados Unidos , Barack Obama, pediu urgência na descoberta de uma vacina, enquanto Vladimir Putin, o todo-poderoso senhor da Rússia, classificou a epidemia como “uma porcaria que vem da América Latina”. O tema chegou aos píncaros. Uma projecção da difusão do vírus, realizada por investigadores canadianos, americanos e britânicos, antecipa um agravamento da situação. Achat chaussure Puma Publicada em janeiro na revista científica “The Lancet”, antecipa a expansão do zika por boa parte da costa leste e o centro dos Estados Unidos, país onde a doença deverá ser sazonal. A única excepção será da Flórida, onde o zika poderá permanecer ativo todo o ano. No Brasil e na maioria dos países da América Latina, será uma ameaça permanente. A OMS perdeu as dúvidas e declarou, na passada segunda-feira, o vírus zika uma ameaça global. Mas há ainda muito por saber. Qual a relação entre este vírus e o cérebro humano e a própria produção de anticorpos?” Estamos a engatinhar”, sussurra Carlos Brito. E como resolver o problema de dimensões mundiais?”Vai ser preciso recorrer à força, como no tempo da febre amarela, porque o desafio é muito grande .“A decisão da OMS coloca o zika na mesma categoria do ébola. puma pas cher Ou seja, será preciso canalizar rapidamente mais pesquisa e auxílio para combater o surto. E, depois de tanto falar no mosquito, Carlos Brito ataca as razões mais profundas do problema e sublinha que a culpa não é apenas do insecto :”Todos temos responsabilidade, a situação social dos países da América Latina, a urbanização crescente e sem planeamento, a situação económica frágil e a falta de estruturas básicas de saneamento são elementos determinantes.” O investigador deixa ainda um alerta:” Hoje falamos da zika, mas daqui a seis meses estaremos a falar de chikungunya. Está a chegar e com força.”A doença com uma capacidade de ataque maior que o zika ou a dengue, entrou no Brasil há dois anos. Assim , depois de uma crise económica sem precedentes, uma crise política constrangedora, o país onde os próprios brasileiros dizem que Deus terá nascido, vive o tempo das pragas. “Desde 2014 que estamos a ser bombardeados por doenças”, desabada Carlos Brito, certo de que a história está longe de acabar. Explica que existem mais de 400 vírus que podem ser transmitidos por insectos e que , destes, apenas uma centena afecta os seres humanos, mas que, mesmo assim, são muitos e com consequências para lá do conhecimento actual. O cenário idílico de um paraíso de praia e sol, desvanece-se no horizonte.”O Brasil esboça-se na minha imaginação como feixes de palmeiras torneadas, ocultando arquitecturas estranhas, tudo isso banhado num cheiro de defumador”, disse Lévy-Strauss, antropólogo e autor do mítico “Tristes Trópicos”. Na primeira metade do século passado, o país já lhe cheirava a DDT que volta agora a ter de ser aspergido sobre casas, corpos e esperanças. pinapple case iphone 6 Cético, garantiu no seu livro mais célebre que ” o mundo começou sem o homem e acabará sem ele”.

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