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Zika o mosquito do fim do mundo

Tudo o que você gostaria de saber sobre o zika:

Um inseto uniu-se a um macaco febril para lançar o pânico mundial. Demoraram 70 anos(1946-2016) a atingir o objectivo, mas conseguiram. A praga zika veio para ficar. Em 1946, investigadores americanos partiram para o Uganda à procura de informações sobre a febre amarela. Descobriram o zika. O biólogo da Universidade do Colorado, Brian Foy, chegou ao Senegal em 2008, no âmbito de uma investigação sobre insetos transmissores de doenças infecciosas . Acabou por ser picado por um deles, um mosquito chamado Aedes aegypti, vetor responsável pela transmissão de duas dezenas de doenças. french bulldog iphone 6 case Dias depois de voltar a casa, nos Estados Unidos, apresentou sintomas de febre e dores no corpo. Entretanto, quando o calor lhe subiu, já o corpo tinha caído nos braços da mulher, que, sem nunca ter saído dali, apresentou também sintomas da infecção, o biólogo pediu ajuda aos colegas do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (CDC), O poderoso organismo norte-americano que trata de doenças infecciosas, para tentar identificar a patologia. Não ficou convencido com o diagnóstico de dengue, patologia tropical há muito conhecida dos especialistas. Um ano depois, Kelvin Kobylinski, um dos adjuntos de Foy, que com ele se deslocara a África e também ficara doente, jantava com o entomologista Andrew Haddow, pesquisador do Departamento de Virologia do Ministério da Defesa, a quem contou o episódio. Uma conversa de amigos, ambos apaixonados por artrópodes. O mundo, contudo, é sempre mais pequeno do que de forma vã o sonhamos. iphone 7 plus case chelsea Andrew era neto de Alexander Haddow, um dos três cientistas que isolaram pela primeira vez o vírus zika, em 1947, no Uganda. Homem, mosquito, doença e avanço científico voltam a cruzar-se. E, quando Andrew percebeu que ainda haviam amostras de sangue preservadas dos dois investigadores infectados e da mulher de Foy, sugeriu que estas fossem enviadas a um colega Robert Tesh, que, finalmente, identificou a presença do vírus zika em Foy e também na mulher. Não era dengue, agora tínhamos a certeza. Era zika, a doença que tinha sido isolada pelo avô de Andrew. Em 2012, o mesmo Andrew Haddow, numa conferência para especialistas em virologia, avisaria que o zika estava prestes a espalhar-se. Não era uma premonição exotérica, como o tempo o provou. E em 2013, durante o surto na Polinésia Francesa, o vírus seria detetado no sémen de um homem de 44 anos. A porta da transmissão múltipla estava aberta. Mais uma vez, o apelido Haddow via-se associado a uma encruzilhada científica. A Organização Mundial de Saúde (OMS) esta semana considerou o zika uma ameaça global à saúde, mas está longe de assumir a hipótese da transmissão da infecção pelo vírus zika diretamente entre humanos, mas desde 2009, que os sinais neste sentido estão no ar. phone cases iphone 6 bunny Homem, animal,sangue,sémen. O fim do mundo e o pânico global. Parece um trecho da Bíblia, mas faz parte da história da mais recente ameaça ao modo de vida hedonista das sociedades ocidentais. ugg pas cher O nome é exótico e curto, fácil de recordar: vírus zika. Tal como a humanidade veio da África profunda. Baskets Puma E como as histórias fundadoras, a resposta está nas famílias.

Bastava um estalo…A história do zika começa como as outras: era uma vez um mosquito pequenino, originário de uma floresta pequena, longe de tudo e onde poucos se aventuravam a entrar. Bastaria um estalo para acabar com esta novela, mas parece não haver mãos suficientes para matar o Aedes aegypti. Esta semana, a OMS reuniu de emergência os seus sábios à procura de uma resposta para o medo global, tentando aliviar o mundo de mais uma praga que, como a própria instituição sublinhou, está a espalhar-se de forma explosiva. Tão assustadora que vários países já abriram mão da renovação demográfica, pedindo às mulheres que não engravidem até a crise passar. A tal floresta pequena chama-se Zika, fica no Uganda, o ambiente é denso e cola-se à pele.. No ar, apenas o ruído dos pássaros e o bulício dos macacos. No chão os pés dos visitantes pisam tapetes sobre tapetes de folhas sobrepostas. Com a irrelevante dimensão de 25 hectares, perdidos num país três vezes maior do que Portugal, e a oito mil quilómetros de Lisboa, a mata africana é a casa de 40 tipos de mosquitos. Entre eles, anónimo, a voar baixo, o Aedes passeia-se. Até há algumas semanas, aquele era apenas um reservatório pouco conhecido de aves e insetos, visitado por investigadores e cientistas. Jimmy Carter passou por ali, de binóculos apontados para os pássaros, quando ainda ninguém dava muita importância ao Aedes ou ao zika, cuja palavra no dialeto local significa arbusto. Tudo começou a mudar , contudo, quando, em 1946, investigadores norte-americanos, pagos pela Fundação Rockfeller, chegaram àquele pequeno cinturão verde no coração da África, à procura de informações sobre a febre amarela. Um ano mais tarde, o vírus seria isolado pela primeira vez, por Alexander Haddow e dois colegas a partir de um macaco Rhesus febril. moncler soldes O macaco 766. Depois, o soro retirado do primata seria introduzido no cérebro de ratos, que também ficaram doentes. Assim, o zika foi descoberto e recebeu o nome da terra de origem. Do outro lado do planeta, no Brasil, também em 1947, uma guerra sem quartel invadia as ruas do Rio de Janeiro. Uma perseguição ao mesmo mosquito, mas longe de sonharem com o zika, a preocupação das autoridades na altura era, através do extermínio do Aedes, acabar com a febre amarela. Neste combate, a principal arma utilizada foi o DDT (diclorodifeniltricloretano), inseticida aplicado por bombas manuais de flit(em residências) e por uma bomba fumigadora,adaptada em camionetes, \que ficaria conhecida como o “fumacê”. A cidade cheirava a veneno. Em 1950, a campanha estava no auge, com mais de 3500 funcionários públicos envolvidos. O mosquito foi considerado erradicado em 1955 e, aos poucos, a mobilização de esforços e verbas esvaiu-se até desaparecer na década de 60. Em 1976 o Aedes voltaria, provavelmente importado da Venezuela e do Caribe. E, em 1981, a febre dengue é identificada em solo brasileiro. Mas, para compreender o zika, é preciso voltar a África. Em 1960, uma torre metálica com 36 metros de altura foi construída para permitir o estudo da distribuição vertical dos mosquitos na floresta e, quatro anos depois, o mesmo Alexander Haddow e sua equipe isolaram o vírus zika em vários exemplares do Aedes colhidos na armadilha. Seguiram-se quatro décadas de esquecimento e silêncio, até que em 2009, a necessidade de mais informação fez com que se voltasse a ouvir o ruído de passos no tapete de folhas da floresta ugandesa. Durante a fase de indiferença, o verde foi cercado por casas, campos cultivados e o ecossistema local sofreu profundas alterações, fruto da atividade humana. O mosquito adaptou-se, reforçou competências e capacidade de resistência. Aproximou-se do homem e gostou de estar dentro das suas casas, nos pneus de seus veículos, em quaisquer reservatórios de águas limpas, onde as fêmeas pudessem depositar os ovos e garantir a descendência da espécie. iphone 7 full phone cases A descrição de Vítor Laerte , médico e investigador convidado do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, é estimulante: “O Aedes aegypti é altamente sinantrópico (animal que, não sendo doméstico, convive ou tem grande proximidade com o ser humano), tira partido dos ambientes peridomésticos e, inclusive , pode fazer as suas refeições sanguíneas no interior das habitações humanas.”

A FASE DE EXPANSÃO – Nada tímido, o Aedes aegypti exibe-se durante o dia, voa baixo e gosta de picar as pernas dos seus alvos. Não tem receio do sol e até gosta do calor, que o torna mais excitado, capaz de voar mais rápido e provocar mais estragos, quando as fêmeas, sedentas de sangue para fazer crescer a descendência, não poupam ninguém. As raízes do vírus zika remontarão, contudo, à viragem do século XIX para o século XX. Do Uganda terá partido, à boleia (carona) do Aedes, para o Senegal, Costa do Marfim, República Centro-Africana e Nigéria. Na década de 60 alcançou o Burkina Faso, espalhando-se a seguir para a Malásia e a Micronésia, dando então origem a uma nova e mais agressiva estirpe a asiática. Uma mutação da estrutura genética do vírus é algo que leva décadas a acontecer e é ela mesma uma questão de sobrevivência. Apoiado num mosquito mais adaptado ao ambiente humano, o vírus surgiu fortalecido na sua “capacidade de virania”, ou seja, de multiplicar a transmissão a mais vítimas. No ser humano, o vírus foi isolado pela primeira vez em 1952, na Nigéria, num virologista ugandês, que apresentou sintomas febris, dores nas costas, de cabeça e pruridos na pele. Em três dias estava melhor. Até 1981, a evidência da infecção humana foi sendo relatada em outros países africanos, como a Tanzânia, o Egito, Serra Leoa e Gabão. Depois foram os sinais de que a doença atingira a Ásia: índia, Malásia, Filipinas, Tailândia, Vietname e Indonésia. A primeira evidência confirmada da circulação do vírus zika fora do continente africano deu-se entre 1977 e 1978, quando pessoas com uma doença febril aguda foram internadas num hospital da Indonésia, tendo sido encontrados anticorpos contra o zika no soro de 30 desses doentes. Em 2007, surge o primeiro surto de maiores dimensões, na ilha Yap, na Micronésia, Oceano Pacífico. chaussures puma 2018 pas cher Tudo muito longe, tudo muito exótico. PUMA en soldes Tudo muito pouco importante para o abastado mundo ocidental. Parecia resumir-se a manchas vermelhas na pele, conjuntivite e dores nas articulações. Parecia dengue. Mas não era. E, quando investigado o material genético do vírus nas amostras de soro dos doentes, lá estava a assinatura: zika. Mas, mais uma vez , tudo ficaria por ali: 49 casos confirmados, 59 suspeitas, sem óbitos ou internamentos. O inimigo voltaria a atacar, cada vez com mais agressividade. Sete anos mais tarde, há surtos em 15 ilhas na Polonésia, incluindo cenários idílicos como Tahiti, Bora Bora e Nova Caledônia, com 658 casos confirmados, 626 dos quais transmitidos dentro do próprio território. Ou seja, o mosquito chegara para ficar. Na Polinésia Francesa, a situação foi ainda mais grave, com 8273 suspeitas de infecção e um aumento significativo de síndromes neurológicas e doenças auto-imunes, como a síndrome de Guilain Barré, que ataca adultos, incapacitando-os. O alarme estende-se às Ilhas Cook e de Páscoa, onde os misteriosos gigantes de pedra observam o esvoaçar dos novos vizinhos, incólumes, protegidos pela imemorial ausência de sangue. Há dois anos, o vírus zika migrou para o Brasil, com passaporte para participar ou assistir às competições desportivas internacionais, como o Mundial de Futebol ou uma competição de remo. Chegara ao caldeirão. Há muito que o Aedes, seu parceiro ideal, já lá se encontrava e, como no Brasil “em se plantando tudo dá ” deu zika. A porta de entrada foi o estado de Pernambuco, afinal, existe um drama histórico e social na geografia do nordeste brasileiro, marcada pela pobreza das populações. A capital, Recife, que abusivamente chegou a ser considerada a Veneza brasileira, tinha água e calor com fartura, sinónimos de terra fértil para o Aedes e o seu novo hóspede no Brasil, o vírus zika, se desenvolverem. “No Brasil, tudo assume proporções impressionantes, porque a dimensão humana e geográfica é enorme”, explica Carlos Brito, médico e investigador pernambucano, um dos primeiros a estabelecer a ligação entre o zika e a microcefalia, doença que já atingiu mais de quatro mil recém-nascidos naquele país, a maior parte dos casos em Pernambuco.

X-FILES- De história infantil, o enredo aproxima-se então de um filme de suspense, em que o pior só surgirá no fim. Um relatório da Secretaria do Estado de ,Saúde de Minas Gerais, do ano passado, mostra o engano das autoridades. Começa com pezinhos de lã, referindo ” o vírus causador da doença misteriosa já atingiu 3500 pessoas na Bahia”. Auto-classificado como “o primeiro relato de circulação do vírus zika no Brasil”, o documento é sereno, mas instigante: “Até agora, tem sido uma doença relativamente suave, com alcance limitado, mas o seu verdadeiro potencial como um vírus e como um agente da doença é atualmente desconhecido.” O mundo acordaria quando, em Pernambuco, começaram a surgir demasiadas crianças com cabeças muito pequenas. E dali, o pesadelo estendeu-se a todo Brasil. Num país com, no máximo 200 casos de microcefalia por ano, de repente, num único dia, num único hospital, haviam 17 crianças a precisar de internamento. Os alarmes soaram e a correlação com o zika demorou quatro dias a ser feita. No editorial da “Acta Médica Portuguesa”, intitulado”Vírus zika: um novo capítulo na história da medicina”, o médico Carlos Brito explica como foi possível estabelecer a ligação entre a infecção e as malformações neurológicas. Em outubro do ano passado, ele foi chamado por colegas neurologistas para avaliar uma situação claramente atípica:o forte e inesperado crescimento de casos de microcefalia em Pernambuco. Num só mês, houveram 58 registos , originários de diferentes cidades. Depois de vencer a descrença das autoridades de saúde locais, antes do fim do mês, o Ministério da Saúde brasileiro e a OMS tinham sido avisados. A atenção global dirigiu-se para o Brasil pelos piores motivos:o medo do contágio. Pernambuco vive atualmente uma situação de tríplice epidemia:dengue,zika e chikungunya. ” São doenças relacionadas com a pobreza”. Atira Carlos Brito. E não lhe parece abusivo dizer que, dentro dos próximos anos, 20 milhões de brasileiros serão afetados pelo vírus zika. Dilma Rousseff convocou 220 mil homens das Forças Armadas para combaterem o mosquito, autorizando-os a entrar nas casas das pessoas para verificar a existência de focos de reprodução do Aedes. Até agora só falamos no zika, mas com o Aedes vieram também a dengue e o chikungunya. Em 1928, já haviam notícias de dengue na Grécia e,em 1932, Charles Chaplin foi uma das vítimas, em Singapura. Eram sinais. Em 1975, a febre dengue era já uma das principais causas de hospitalizações e morte de crianças nos países asiáticos. A década de 80 ficou marcada pela expansão da dengue hemorrágica, doença mortal, que chegou a atingir a China. Mas onde a gravidade da epidemia encontrou terreno fértil foi nas Américas. Em 1997, 18 países confirmam casos do pior dos quatro tipos de dengue. Atualmente, a expansão da doença é equivalente à da malária, com dezenas de milhões de casos anuais,centenas de milhares capazes de desencadear hemorragias fatais. No ano passado, no Brasil, 800 pessoas terão morrido devido à dengue.Em uma década, a área de transmissão da dengue no território brasileiro mais do que quadruplicou, atingindo um total de 6,9 milhões de quilómetros quadrados. O aquecimento global tem ajudado nesta expansão e, conjugado com o “El Niño”- fenómeno climático cíclico que agravara os efeitos do aquecimento global-, tudo parece propício ao crescimento da população de mosquitos. Se, com 25 graus Celsius (centrígados) de temperatura ambiente, o período que leva entre o mosquito picar uma pessoa com o vírus e pode transmiti-lo a outra é de cerca de 15 dias, com 30 graus, o prazo de incubação desce para seis dias, porque, com o calor, o mosquito torna-se muito mais ativo, aumentando a área de transmissão. Como pode um vírus conhecido há 70 anos ser ainda uma surpresa? “O zika era uma doença vista como a dengue no passado, uma doença que se via com letras pequenas nos livros. Era desconhecida, desencadeou poucas epidemias no mundo”, tenta explicar Marcos Boulo, coordenador do centro de Controlo de Doenças da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Mas o cenário mudou. O Presidente dos Estados Unidos , Barack Obama, pediu urgência na descoberta de uma vacina, enquanto Vladimir Putin, o todo-poderoso senhor da Rússia, classificou a epidemia como “uma porcaria que vem da América Latina”. O tema chegou aos píncaros. Uma projecção da difusão do vírus, realizada por investigadores canadianos, americanos e britânicos, antecipa um agravamento da situação. Achat chaussure Puma Publicada em janeiro na revista científica “The Lancet”, antecipa a expansão do zika por boa parte da costa leste e o centro dos Estados Unidos, país onde a doença deverá ser sazonal. A única excepção será da Flórida, onde o zika poderá permanecer ativo todo o ano. No Brasil e na maioria dos países da América Latina, será uma ameaça permanente. A OMS perdeu as dúvidas e declarou, na passada segunda-feira, o vírus zika uma ameaça global. Mas há ainda muito por saber. Qual a relação entre este vírus e o cérebro humano e a própria produção de anticorpos?” Estamos a engatinhar”, sussurra Carlos Brito. E como resolver o problema de dimensões mundiais?”Vai ser preciso recorrer à força, como no tempo da febre amarela, porque o desafio é muito grande .“A decisão da OMS coloca o zika na mesma categoria do ébola. puma pas cher Ou seja, será preciso canalizar rapidamente mais pesquisa e auxílio para combater o surto. E, depois de tanto falar no mosquito, Carlos Brito ataca as razões mais profundas do problema e sublinha que a culpa não é apenas do insecto :”Todos temos responsabilidade, a situação social dos países da América Latina, a urbanização crescente e sem planeamento, a situação económica frágil e a falta de estruturas básicas de saneamento são elementos determinantes.” O investigador deixa ainda um alerta:” Hoje falamos da zika, mas daqui a seis meses estaremos a falar de chikungunya. Está a chegar e com força.”A doença com uma capacidade de ataque maior que o zika ou a dengue, entrou no Brasil há dois anos. Assim , depois de uma crise económica sem precedentes, uma crise política constrangedora, o país onde os próprios brasileiros dizem que Deus terá nascido, vive o tempo das pragas. “Desde 2014 que estamos a ser bombardeados por doenças”, desabada Carlos Brito, certo de que a história está longe de acabar. Explica que existem mais de 400 vírus que podem ser transmitidos por insectos e que , destes, apenas uma centena afecta os seres humanos, mas que, mesmo assim, são muitos e com consequências para lá do conhecimento actual. O cenário idílico de um paraíso de praia e sol, desvanece-se no horizonte.”O Brasil esboça-se na minha imaginação como feixes de palmeiras torneadas, ocultando arquitecturas estranhas, tudo isso banhado num cheiro de defumador”, disse Lévy-Strauss, antropólogo e autor do mítico “Tristes Trópicos”. Na primeira metade do século passado, o país já lhe cheirava a DDT que volta agora a ter de ser aspergido sobre casas, corpos e esperanças. pinapple case iphone 6 Cético, garantiu no seu livro mais célebre que ” o mundo começou sem o homem e acabará sem ele”.

Um bom exemplo

Eu, fui por duas vezes diretor da Associação Comercial, onde as lideranças buscam soluções para os problemas que sempre são deixados de lado por quem de fato deveria buscar soluções . iphone 6 case high school musical De repente o telefone toca e me convidam a voltar mais uma vez a integrar o grupo. Era inverno e nesse ano o frio castigava a região e as pessoas. Sempre quando a nova diretoria toma posse uma grande festa tradicional acontece , discursos, jantar, as vezes shows com música ao vivo. É uma festa muito concorrida, tudo grátis e as pessoas gostam de ver onde está o poder e estar junto dele. Quando houve a reunião da festa eu disse: Sei que é tradição termos uma festa a qual sempre é uma das melhores do ano . leather case iphone 8 plus Por que não fazemos diferente, este ano, apenas um coquetel simples e a verba da festa usaremos para comprar cobertores para as pessoas carentes e mais, vamos reunir todas as outras entidades, associações sindicatos, bancos, as associações de jovens e, juntos fazer a maior campanha de agasalhos e cobertores da história da região, assim ninguém passará frio neste forte inverno. A diretoria aprovou e realizamos a reunião com todas as demais lideranças da cidade, sabemos que muitas entidades gostam de liderar campanhas ficar com os louros, afinal a isto chamamos fogueira de vaidades. timberland pas cher Como a ideia foi minha fiquei de apresentar a todos a nossa proposta, mas primeiramente disse: Nunca na história desta cidade sentaram na mesma mesa todas as lideranças da região; essa campanha não será da nossa associação mas vamos chamá-la: Aliança das entidades amigas da nossa cidade, vamos todos fazer uma aliança inteligente arregaçar as mangas e ouvir ideias que façam com que nosso objetivo seja atingido com muita alegria, trabalho e entusiasmo por parte de todos. moncler paris E, assim todos começaram a fazer campanhas internas ou externas. Um dia vi os jovens de carros passando em comboio buzinando e as pessoas descendo dos prédios ou até mesmo jogando agasalhos na camionete que passava nas ruas. moncler soldes Ao final de um período de tempo ficamos impressionados com a participação da população e de todos da aliança dos amigos da cidade. Assim um grupo separava as doações, chegavam às vezes 50 cobertores doados por uma só empresa. Sabíamos que conseguimos muito mais do que jamais sonhamos e ficamos muito felizes agradecemos a todos que ajudaram e agora começamos a distribuição segundo um mapa da região e um plano de ação pré elaborado. Bottes UGG En Ligne Eu enchi o porta-malas do carro com roupas de diversos tamanhos para homens, mulheres e crianças e fui com uma professora de um local muito pobre e que ela conhecia a fundo aquela região chovia um pouco, ela disse vamos subir esta estrada pois aqui vivem muitos empregados e sua famílias em sítios e fazendas em pequenas e frágeis casas, vislumbramos uma delas e paramos estava muito frio, chovia, assim que paramos 4 crianças de calções, camisetas finas e todos descalços surgiram ao lado da mãe, as crianças tinham cerca de um ano de diferença cada. Abrimos o porta-malas e a professora foi vendo os tamanhos colocando na frente das crianças e nunca esqueci o que ela disse sabe anjo pobre não tem tamanho. Fomos assim indo nas propriedades e deixando os corações um pouco mais aquecidos de solidariedade. Soldes Timberland Lembro-me também que na parte mais alta tinha uma propriedade e apenas uma mulher empregada que cuidava dos animais, alguém tinha doado um casaco de peles espetacular e foi essa senhora que ficou com ele …No dia seguinte fui com outro diretor numa fazenda imensa que tinha sido invadida há anos e as pessoas tinham medo de entrar lá pois pessoas não muito boas conseguiram tomar as casas e as terras e qualquer pessoa que se aproximasse poderia ser um inimigo para eles. Sabíamos que haviam muitas pessoas muito pobres e com muitos filhos lá, resolvemos encher de cobertores o porta-malas e fomos numa visita de reconhecimento e com muita cautela. iphone 6 phone cases marble Andamos a fazenda toda e víamos as casas espalhadas e ninguém apareceu, fomos até onde o carro podia chegar e vimos um carro muito velho e dois homens do lado de fora, falei trouxemos cobertores para distribuir às famílias mas ninguém saiu das casas, um deles falou deixe tudo comigo que eu distribuo … timberland pas cher esperto com certeza iria trocar os cobertores por aguardente…agradeci e voltamos; nisso numa das casas apareceu uma criança de uns 12 anos e pedi para chamar a mãe dela com medo veio pode mostrar quantos filhos a senhora tem ? ela os chamou e apareceram 4 crianças então demos 5 cobertores e pedi para ela espalhar que amanhã as 10 horas que as pessoas podiam aparecer, veja o nosso carro, que vamos dar cobertores para todos. E tudo correu bem no dia seguinte ,todos receberam cobertores agasalhos,foi uma alegria imensa na comunidade. bride phone case iphone 6 plus Quando estávamos descendo para ir embora vimos uma casa sem janelas e só com metade do telhado e a fumaça saindo do telhado pedi para um funcionário ir lá levar um cobertor e se achasse alguém que o deixasse lá, então ele voltou e disse havia um senhor junto a lenha que acendera para se aquecer, os vidros do carro estavam fechados devido ao frio e já íamos sair quando ouvimos alguém bater na janela….um velho senhor com um enorme sorriso estendeu as duas mãos cheias de bananas pequenas amarelas como o sol e nos deu dizendo muito obrigado… Fomos embora para nossas casas felizes com o que juntos conseguimos.

Perdoar faz bem à saúde

Segundo Fred Luskin, diretor do Stanford University Forgiveness Project, propõe: perdoar é a experiência de poder estar em paz, independentemente do que aconteceu na nossa vida há cinco minutos ou há cinco anos. ´Perdoar não é esquecer, é viver tranquilamente com o que não se esquecerá. Tal como é estudado na psicologia, perdoar é um ato de amor e compaixão para com alguém cujo procedimento nos magoou, mas também uma forma de nos libertarmos de sentimentos de vingança e ressentimento, que geram emoções negativas, diz a psicóloga Catarina Rivero. É também importante, no entanto, perceber aquilo que o perdão não é: não se trata de esquecer ou aceitar as injustiças que nos são dirigidas. É um processo de olhar para além dos atos e comportamentos dos outros, centrando-se na importância da nossa libertação emocional, recusando ser prisioneiros que podem ser destrutivas, continua Rivero. Expressão chave a reter: emoções que podem ser destrutivas. O rancor é cansativo. Desgastante. Suga força e energia. De tal forma que, no limite, pode pôr-nos doentes, não só psicológica e emocionalmente, mas também fisicamente. A boa notícia é que, na realidade, como a falta de paz e de rancor são provocados por nós, não pelo outro, não dependemos de ninguém para remediar a situação. A investigação tem vindo a demonstrar correlações positivas como maior bem-estar subjetivo (geralmente considerado felicidade), menores níveis de depressão e ansiedade, bem como menor abuso de substâncias, quando se perdoa. Verifica-se ainda uma maior tendência para maior harmonia ao nível das relações familiares. Impõe-se um parêntesis que contextualize estes e outros estudos sobre o perdão realizados na área da psicologia positiva. Sobretudo, para que nada disto se confunda com algumas crenças desprovidas de bases científicas características da filosofia new age. Na realidade, a psicologia positiva nasce de uma contestação que só peca por tardia: a psicologia há décadas que se dedicava e investigar quem estava deprimido, quem tinha fobias, quem não superava traumas e todas as outras pessoas com as quais alguma coisa não estava bem. Timberland pour hommes No entanto, não sabia nada sobre as pessoas funcionais, aquelas que, apesar dos reveses da vida, estavam mentalmente saudáveis, eram otimistas e conseguiam ser felizes. Estudos relacionam maior bem-estar e menores níveis de depressão e ansiedade com o ato de perdoar…Foi o psicólogo Martin Seligman, algures no não muito longínquo ano de 1998, durante a sua presidência da American Psychological Association, que começou a chamar a atenção para esse assunto, perguntando qual o sentido de insistirem em centrar a psicologia só no transtorno, na disfuncionalidade, na doença. Assim começou a ganhar expressão um novo campo de investigação, a psicologia positiva, que olha para as pessoas não só nas suas limitações e dificuldades , mas também nos seus sucessos: na superação das adversidades, nos recursos de que se valem, nos processos de adaptação positiva que fazem. E adivinhem: temos aprendido muito com isso. ugg boots Por exemplo, que o perdão pode ser terapêutico. Um estudo chamado : Perdão e Saúde Física realizado pela Universidade de Wisconsin, demonstrou que perdoar pode ajudar os indivíduos de meia idade a evitar doenças cardíacas, outro, levado a cabo na Universidade de Stanford, mostrou que o perdão pode promover uma diminuição significativa de sintomas como insônias, náuseas, falte de apetite e dores de cabeça e das costas.Perdoar não é fácil. basket timberland arabic iphone 7 case Talvez porque nas nossas cabeças o foco do perdão está no outro, não em nós. E repare-se como a lógica subjacente a não perdoar tende a ser tautológoca : não perdoamos porque o que foi feito é imperdoável. Mas a realidade é que por detrás da rejeição ao perdão estão muitas vezes crenças poderosas acerca do que ele representa: humilhação, fraqueza, perpetuação da injustiça. Bottes UGG Pas Cher France Somos levados a pensar que perdoas é abrir a porta a uma nova ofensa, é ser palerma, bonzinho, ingênuo ou até ter falta de coragem e de determinação. E assim vamos sustentando e alimentando a raiva. No entender de Helena Marújo, professora do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, cuja principal área de investigação é a psicologia positiva, a tendência anti perdão é também uma tentativa de luta contra o esquecimento. O preconceito emerge porque receamos, e muitas vezes com razão, que o perdão apague da nossa memória individual e coletiva , as injustiças, as violências, as desumanizações. Para uma espécie racional como a nossa , o sentido de evolução é essencial, se achamos que ao perdoar passamos uma borracha sobre o dano, temos medo de que esse perdão não nos leve a essa melhoria, que nos assegura também mais hipóteses de sobrevivência. Pensamos também, por vezes, que perdoar é perder poder, numa situação em que muitas vezes já nos sentimos sem poder. Mas perdoar não é e nem deve ser esquecer. Na verdade, trata-se sobretudo de parar de escarafunchar na ferida e deixar que a cicatriz se forme. puma 2018 shop iphone 8 cases for girls Seligman, o pai da psicologia positiva, defende que o perdão não faz mais do que enfraquecer o poder que os acontecimentos negativos têm de provocar raiva e amargura. E permite reescrever a história e renovar a memória.Perdoar é sempre ser protagonista de uma nova história. selfie case iphone 6 plus Deverá ser uma tomada de decisão determinada, que é muitas vezes libertadora, desconstrutora de narrativas e histórias de vida rigidificadas, que só se renovam com o perdão. Podemos afastar-nos e proteger-nos de quem nos feriu, humilhou, destruiu, manipulou, trouxe sofrimento e ao mesmo tempo perdoar. iphone 6 indestructible case A investigadora conta que, num exercício com alunos da universidade, em que estava envolvida e experiência da escrita privada de uma carta de perdão ( a si ou a outrem, à escolha do próprio), uma descoberta foi precisamente a de poder olhar para um passado doloroso e arruinado, como o de um pai que se suicidou, o de um marido que maltratava, o de uma avó que nunca aceitou um neto com deficiência, e reescreve-lo de uma forma não vitimizadora mas vitoriosa.. timberland soldes Assim se criam novas memórias e, ao mesmo tempo, um novo futuro. Não é que a maldição se transforme numa bênção, mas já dizia Martin Luther King que o perdão é um catalisador para uma nova partida, para um reinício. E às vezes é disso que precisamos. moncler pas cher Como perdoar: Com base nos estudos de Robert Enright, cofundador do International Forgiveness Institute, Catarina Rivero faz notar que o processo de perdão é um caminho que começa sempre pela dor e pelo reconhecimento de que temos direito a sentir mágoa, tristeza ou mesmo revolta, mas que implica também a capacidade de compreende que os outros falham, mesmo que não aceitemos essa passagem de limites.

Aloé a poção do Padre Romano

Brasileiro de ascendência italiana, o Padre Romano Zago nasceu em 1932 em Lajeado, na diocese de Porto Alegre.É dele a poderosa fórmula natural que tantas vidas salvou. Moncler enfant doudoune pas cher iphone 8 case skull candy Pesquise a trajetória de vida deste Padre que não é médico, feiticeiro, nem fazedor de milagres! Vamos direto a fórmula e modo de preparo. timberland femme Ingredientes: 500 gramas de mel puro;40 a 50 ml de whisky,ou aguardente ou conhaque(qualquer bebida destilada não fermentada); duas ou três folhas de aloés arborescens, ou mais, de maneira que, colocadas em fila perfaçam cerca de um metro de comprimento. iphone 6 case pure color O aloé deve ter mais de dois anos. ugg classic Basse Preparação: com uma faca, retire os bordos espinhosos das folhas, depois limpe a poeira, utilizando um pano úmido limpo ou uma esponja.Corte as folhas em pequenos cubos deite-os em um copo de um liquidificador, junte o mel e o álcool(bebida). soldes moncler iphone 6 case chinese writing Triture bem e conserve numa garrafa de vidro fosco verde ou escura, de preferência na geladeira. iphone 6 friends case Agite bem o frasco antes de usar. ugg soldes 2018 fortnite iphone 6 case Conselhos : em termos ideais, as folhas devem ser cortadas pela manhã, antes do nascer do sol, ou à noite, depois do por-do-sol e deve-se igualmente evitar proceder à preparação do xarope em condições de luminosidade muito intensa.Normalmente o seu conteúdo corresponde à duração de uma cura. Evite portanto, preparar antecipadamente maior quantidade de poção do que aquela que precisa. timberland soldes Inicie uma preparação para cada processo de cura. Tomar uma colher de sopa durante as três refeições ao dia. Repetir sempre até a cura total acontecerAté animais de estimação que tem doenças graves podem receber a poção do aloé viverem muito mais ou até serem curados .

Medicamento contra o Câncer (cancro): foi dado o primeiro passo

O primeiro passo para a cura de qualquer doença é a Fé e a Confiança na cura… ugg australia pas cher “O médico trata mas só Deus cura!”. chaussure Puma Acredito que com as mentes brilhantes dos cientistas em especial a dos jovens que a cada dia fazem novas descobertas para o tratamento de várias doenças como a cura do câncer, esta poderia estar bem próxima de acontecer ou até mesmo já ter acontecido….Mas há interesse que isso ocorra?.

Este post hoje, moncler 2018 iphone 6 celtic fc case domingo 18/10/2015, PUMA en soldes é um post de Esperança, bottes timberland esperamos que seja reconhecida e comprovada a eficácia deste medicamento e que Deus abençoe a todos(as) que dedicam suas vidas a salvar vidas, moncler soldes aos médicos(as), mavis diary iphone 7 case enfermeiros(as), indústrias farmacêuticas, iphone 7 protective case 360 Universidades, moncler paris iphone 6 water glitter case laboratórios,

TUDO QUE VOCÊ QUERIA SABER, E TINHA VERGONHA DE PERGUNTAR AO DENTISTA

Quando você vai contratar alguém para trabalhar em sua empresa, sua loja, seu escritório você sabe que: experiência anterior, iniciativa, criatividade, iphone 7 phone case black marble trabalhar em equipe, ter foco nos objetivos da empresa, ter presença perfeita(estar de corpo e alma no trabalho), ter entusiasmo, etc; todos são itens importantes na avaliação; mas tem um que é a mola para o sucesso : “ser feliz”. A felicidade é o combustível para o sucesso !

Quem é feliz sorri sempre. a cada pequena conquista, a cada novo desafio ao agradecer por cada novo dia.

Por isso vamos começar a dar dicas para que seu sorriso, seja um sorriso com saúde.

Atualmente a odontologia evoluiu bastante, hoje os tratamentos, além do benefício de resolver, aliviar as dores tratando os problemas orais, sparkle phone case iphone 6 plus a estética oral. lime green iphone 6 case Apesar disso, muitas pessoas acabam perdendo seus dentes, por medo de ir ao dentista, iphone 6 joker case seja por medo de sentir dor, pelo barulho do motor, iphone 7 case tokyo ghoul ou mesmo pela falta de informação de como é realizado o procedimento.

UM SORRISO ABRE MUITAS PORTAS : ABRA A DO SEU CORAÇÃO!

Com o objetivo de tornar possível o tratamento odontológico com qualidade total, nasceu a Clínica Integral Master, em fins de 1992. iphone 8 360 shockproof case O início foi difícil, tal como uma orquestra que tem ótimos músicos e maestro mas precisa de tempo para melhorar os resultados e muita perseverança para ficar afinada e conquistar cada vez mais a satisfação dos clientes. violet iphone 8 case Agora sabemos que temos reconhecida a nossa marca e que ela está ligada a confiabilidade, garantia dos serviços, higiene, planejamento dos tratamentos com todas as especialidades, buscando a satisfação total dos clientes. As coisas mais simples tem uma força imensa na percepção dos clientes, cada vez mais apurada. Pensando nisso nossa sala de espera tem o conforto de uma sala de estar. iphone 6 case transparent gel Já que passamos as melhores horas do dia na clínica, tínhamos a obrigação de criar um ambiente que tivesse a magia de ser a extensão da casa da gente. anime phone case iphone 7 O trabalho em equipe é algo especial, nesta profissão, é mesmo uma conquista pois todos são treinados desde a universidade para amanhã serem concorrentes uns dos outros. É como se tivéssemos músicos excelentes que jamais admitiriam tocar com outros músicos, uns talvez por virtuosismo, outros por insegurança, com medo de mostrar que todos temos defeitos e que erramos muitas vezes procurando o melhor sempre.Sabemos que a prevenção na saúde oral ,cuidados desde a gravidez vai gerar crianças com menos cáries e essa mentalidade vai mudar com certeza e reduzir os atuais índices de cárie no Brasil de 80% em média .Vamos continuar o trabalho de prevenção e tratamento odontológico gratuito aos excluídos, que não tem acesso ao tratamento oferecido nos postos de saúde. Contamos com sua valiosa ajuda; “adote um sorriso”.